Com Danielle Reis

Ela é mãe, empresária, estudante e também bailarina por amor. Danielle Reis tem uma agenda que deixa qualquer um sem fôlego, só de olhar. E mesmo no corre-corre, no fim do dia, ela ainda tem energia para alguns rodopios. Só mesmo algo avassalador para tirar Dani de casa, e essa paixão se chama dança.
É mesmo com a leveza de uma bailarina que ela equilibra a rotina agitada e ainda mantém o sorriso aberto e uma simpatia de quem está sempre de bem com a vida. Ela atribui esse bem-estar constante à dança. “Pra mim, é uma terapia que me ajuda a conciliar maternidade, vida a dois, empresa e boletos. É muito difícil ser adulto, e a dança traz essa calma.”
Dani começou como muitas meninas, no balé, mas não se limitou com a dança clássica, passou também pelo estilo moderno, jazz, ritmos regionais e, de tão apaixonada, passou uma parte de sua vida como bailarina profissional. Fez parte, inclusive de um grupo que se apresentava no exterior. “Foi uma sequência natural. As coisas foram acontecendo porque percebi que eu levava jeito. Fui fazendo aulas e vi que realmente tinha um dom e me entreguei totalmente”, explica quando percebeu que possuía talento.
Relatos da família denunciam que na infância já dançava até “parabéns pra você” e de lá para cá nunca mais parou. Após encerrar a jornada de bailarina profissional, a dança passou a ocupar o tempo livre no meio de um cronograma apertado. Hoje ela se prepara para retomar a uma tradição da juventude e integrar a quadrilha junina Raízes do Sol.
E quem pensa que é moleza, não se engane, além dos ensaios com o grupo, a empresária faz aulas particulares para compor sua coreografia de Miss Caipira. E já está ansiosa para voltar a se apresentar para o público. “É inexplicável quando estou no palco. Eu sinto muito a presença de Deus na minha vida, quando estou dançando.”
Revirando o baú de recordações, a empresária fica emocionada. Ao encontrar fotos de toda a sua trajetória, Dani concluiu que a jornada foi cheia de grandes sucessos. “Em hipótese alguma imagino minha vida sem a dança. Vou chegar na terceira idade dançando”, conta lembrando que todas essas experiências fazem parte da mulher que ela é hoje. Para ela, a maior satisfação é poder servir de incentivo e inspiração para alguém.
É mesmo como ver um espetáculo, olhar a trajetória de Danielle e poder acompanhar a vida dessa mulher que inspira, cativa e nos convida para bailar a vida com muita leveza. É por isso que ela define essa paixão com uma palavra muito forte: felicidade. “Tem uma frase que diz que a felicidade não é chegar num destino, mas sim aproveitar cada passo no caminho. Então a dança pra mim é isso, aproveitar todos os dias que a gente acorda. É aproveitar a vida.”