Uma das grandes preocupações em relação às viagens de férias é o pet: fica ou vai? Não há nada de desamor ou irresponsabilidade em deixá-lo, desde que seja com alguém apto a cuidar bem, principalmente quando o pet é um cachorro, que é mais dependente nos cuidados diários. Já os gatos são mais independentes, e a maioria deles consegue viver sozinho por um curto período de tempo.
Nosso foco nessa edição é o pet canino durante as viagens de férias. Dentre os cuidados, destaca-se a prevenção de pulgas (que causam doenças como a Dermatite Alérgica à Picada de Pulgas -causando irritação e coceira intensas); carrapatos (que transmitem a Erlichiose –doença do carrapato- que levam a óbito em curto período de tempo, se não tratada) e os mosquitos, isso mesmo, mosquitos. Aqueles similares ao carapanã.
Alguns desses mosquitos são transmissores de doenças como a dirofilariose (verme do coração) e a leishmaniose, doença que se manifesta com alta frequência na nossa região e que hoje já possui tratamento, porém tem um custo elevadíssimo, o que faz com que muitos tutores, apesar de todo o amor envolvido, optem por sacrificar o animal, pois além do valor do tratamento, mesmo o animal não apresentando mais os sintomas clínicos (feridas), ele continua sendo portador da leishmaniose e pode disseminar a doença para humanos, através da picada do mosquito.
Como você não tem como identificar qual mosquito é o responsável, um método de prevenção eficaz é o uso da coleira Scalibor, ela é comercializada em pet shops e casas agropecuárias e possui duração de 4 meses (única indicada pela Organização Mundial de Saúde e única com estudos feitos no Brasil). A Scalibor funciona como repelente, evitando que pulgas, carrapatos e mosquitos se aproximem do animal e o piquem, transmitindo doenças e acabando com as férias antes do tempo.